segunda-feira, 30 de maio de 2016

Trabalhar na Disney? Te digo como

Você adora a Disney e pularia na chance de trabalhar lá? E se eu te dissesse que tem como? Se você ta na faculdade, fica de olho, pois sua oportunidade está aí.

O primeiro programa que alguém pode fazer é o ICP, ou International College Program. Ele é um programa de férias para estudantes de universidades, que acontece todo ano, nas nossas férias de verão, geralmente entre o meio de novembro até o meio de fevereiro. Para participar, a única coisa que você precisa é estar entre o segundo e o penúltimo períodos da faculdade, o que quer dizer que você não pode ser recém ingressado, nem já ter feito o último período. E pode ser de qualquer curso, quando o trabalho não é ligado diretamente à faculdade, nem conta como nota ou créditos, como para a versão americana do programa. E lá você pode exercer uma de muitas diferentes funções. Alguns exemplos são: Attractions (trabalhar em brinquedos, basicamente), Merchandise (vendedor de loja), Custodial (serviços gerais de limpeza), Quick Service (trabalhar em restaurantes de fast food), bell service (trabalhar em hotel), etc. Você passa por volta de 3 meses lá, imerso na cultura Disney, e tendo contato com as mais diversas culturas internacionais, quando o cast da empresa é formado por diversas nacionalidades. Lá você mora em condomínios fechados somente com cast members de programas parecidos, tem transporte para todos os locais de trabalho de graça, e pode entrar quando quiser nos parques, desde que não esteja com lotação esgotada ou que seja durante uma festa específica. 

Tá, mas aí você me pergunta, como eu chego lá? Esse programa em especial é gerenciado no Brasil, exclusivamente, pela STB, que é uma agência de intercâmbios brasileira presente em vários estados do país. Ela intermedia e faz a primeira seleção para o programa, que assim como todo o processo, é completamente em inglês, então você já tem que ter inglês avançado para tentar. O processo completo é composto de uma palestra e uma entrevista, em dias consecutivos normalmente, em alguma capital do país, com a equipe da STB. Ele acontece normalmente uma vez por ano, nessa época agora, maio/junho. Para participar você deve se inscrever no site da STB, escolhendo o local e a hora do seu processo. Uma coisa que vale lembrar é que até você começar a trabalhar lá, tudo é por sua conta. Passagem, visto, seguros. A STB te ajuda, se você quiser, a organizar tudo, mas quem banca é você, então tenha isso em mente. 

-> http://www.stb.com.br/intercambio-trabalho/icp-inscricao <-

Após essa primeira fase com a STB, acontece uma com recrutadores da Disney. Eles fazem um processo parecido com o anterior, palestra+entrevista, e deste sai oficialmente quem foi selecionado, junto com uma work offer já com a role que você foi selecionado para. No momento da inscrição, você faz uma lista de preferencia de role, mas nem sempre sua primeira opção é acatada. Comigo foi assim e eles só oferecem UMA work offer. Você tem a liberdade de aceitar ou não, mas caso negue por não querer aquela role em especial, saiba que não receberá uma nova, você será eliminado do programa, dando vaga para alguém da lista de espera. As roles são escolhidas pelos recrutadores de acordo com a demanda de vagas e o seu perfil.

Uma vez aceita a work offer, começam os trabalhos para fazer com que você chegue lá para atuar na vaga que você aceitou. Alguns dos passos, e gastos, são os seguintes:

- Visto J1, que é o visto de trabalho. A STB ajuda na marcação e tudo mais, mas os custos são seus;

- Passagem. Outro item que a STB ajuda, caso você queira. Ela fecha alguns grupos em voos específicos, o que alem de te dar uma tarifa legal, faz com que você chegue com uma galera lá, o que sempre é legal, já que grande parte desse programa é a convivência.

- Seguro viagem. No meu programa, a Disney tinha um específico, com 3 opções de preço e tipo, que era obrigatório. Isso pode mudar de ano para ano, e nada impede de você fazer um adicional de confiança. Ele nada mais é do que um plano de saúde para o tempo que você estará lá.

- Taxas de condomínio. Antes de viajar, a Disney te pede que pague umas taxas para o condomínio que você irá morar lá fora. Elas cobrem taxas de manutenção e, no meu caso, os primeiros 2 aluguéis, para o seu salário não ser super descontado nas primeiras, porque eles normalmente já são menores por constarem somente treinamentos.

- Dinheiro inicial. O capital de giro que você vai ter para sobreviver na primeira semana. Isso porque você ganha lá o que foi trabalhado. A semana conta do sábado ao domingo, quando fecha o paycheck, e ele cai na quinta seguinte. Ou seja, esses primeiros dias, você não tem adiantamento, logo, precisa ter algo para sobreviver. O indicado é por volta de 400 a 500 dólares, o que vai depender do que você ai levar de casa e precisar comprar lá, de comida a itens como travesseiro e roupa de cama. Portanto se programe. O que a maioria faz é levar itens que podem ser deixados para trás. Aquela roupa de cama poida, aquela toalha manchada, para o seu espaço na mala de ida ser substituído por tranqueiras do mickey que você vai querer trazer. E escuta o que digo, todo espaço é pouco na hora de voltar.

- Translados. Quando você chega lá, não tem Magical Express pra levar você do aeroporto ao condomínio, portanto já vá com a programação de como fará esse translado, porque ele pode sair caro. A STB pode oferecer opções, ou você pode pegar um Mears, já que normalmente rola desconto com um cupom básico pra ir para os condomínios.


Outras dicas se você já está nos preparativos finais é o que levar na mala. Eu indico que você leve o máximo de coisas de casa possível, tipo pano de prato, toalhas, roupa de cama, travesseiro, essas coisas. E incetivo a levar comida também, coisas coringa que você sabe que vai usar, e que podem ser meio chatas de arranjar boas lá. Eu levei Nescau, Mate Leão, macarrão tipo espaguete, geleia de mocotó, e alguns biscoitos. Pense no que pode ser legal para você levar, de acordo com o que você come/sabe fazer, e leve. Pode quebrar um galhão nesse início, quando você não tem carro para voltar do Walmart e tem que comprar tanta coisa. Outra dica é, chegando lá, ir no Dollar Tree que fica perto do condomínio Vista Way. É uma loja onde tudo custa 1 dólar e você pode comprar várias coisinhas que as vezes custam uns 4, 5 no Walmart por terem melhor qualidade, mas você não precisa investir tanto se só vai ficar 3 meses.

Existem, além do ICP, outros programas de intercambio, onde você tem que ter feito já um (o ICP no caso) e pode se aventurar. São eles o International Park Greeter (ou Super Greeter, pros íntimos), o Hospitality, e o Guest Relations. O primeiro tem duração parecida com a do ICP, quase 3 meses. O segundo dura uns 5 meses, e o último, 1 ano. No IPG você vai para lá durante as férias de verão americanas, e não precisa estar ainda na faculdade. O intuito dele é ajudar na logística dos grandes grupos de turismo latino-americanos, ajudando em traduções e agilização deles em lugares como restaurantes e brinquedos. Já o Hospitality você trabalha em algum dos hotéis como front desk ou Concierge, representando o Brasil enquanto isso. E o Guest Relations é o chefão dos programas, aquele onde você é, além de representativo do Brasil, você represente e muito a Disney nos momentos as vezes mas difíceis. Você ajuda em qualquer dúvida ou problema do guest, ajuda nos turs especiais, e qualquer outra coisa que seja necessário. Existe algo para todos, e todos eles são diretamente com a Disney, sem o intermédio da STB.

E fora isso, curta muito. Não se importe com a role, as vezes algo que você não se interessou muito pode te surpreender. Fique pouco em casa, aproveite para conhecer cada canto daqueles parques, cada hotel, cada restaurante. E esteja aberto a novas culturas e experiencias. Basicamente, é isso. Se você passou, PARABÉNS!! Bem vindo a família Disney! E qualquer dúvida, estamos as ordens!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Linguagem e cultura Disney

Quem já trabalhou por lá, conhece algum cast member ou já foi o suficiente, já conhece a maioria desses termos. Mas se você não tem tanta experiencia assim, ouvir algumas dessas coisas pode te parecer estranho. O que acontece é que a Disney tem toda uma cultura interna, uma filosofia, que leva a coisas que fora dela tenham nomes comuns como funcionário e uniforme, ter nomes diferentes para alguém que trabalha lá.

Cast Member - a Disney leva o trabalho como um show, uma apresentação mesmo. Então, se você é um funcionário, seja qual for a sua função, você é um Cast Member (CM), um membro do elenco. Todas as nomeações são baseadas nessa nomenclatura do teatro, seguem a mesma lógica.


Imagem do Google

Costumes - lá você não usa um simples uniforme, mas sim um figurino. Cada função, em cada local, tem seu figurino específico, que deve ser usado completo para manter a qualidade e não quebrar a magia do show, mantendo a fluidez da apresentação, onde nada nele deve chamar mais atenção do que a apresentação em si, ele deve coexistir uniformemente.




Imagens do Google

Backstage e onstage - traduzindo para o português, no palco e atrás do palco, naquela lógica, é a denominação dada as áreas restritas para funcionários, onde o guest não tem acesso nem visual, e ao local onde há contato direto com o guest. Um Cast Member só pode comer, por exemplo, em uma área de backstage. Isso também vale para usar o celular, fumar, ou qualquer outra coisa que tire o show a ser apresentado. Beber água é permitido, desde que seja transparente, com aparência de água mesmo. O uso de pós isotônicos que não modificam a aparência da água são permitidos e até incentivados, quando algumas das localidades dos parques é  extremamente quente, e como segurança está em primeiro lugar, a saúde do CM entra aí. Mas claro que o consumo deve ser feito de uma garrafa dada pela empresa, sem nenhum tipo de logomarca.

Guest - você já deve de ter percebido que eu não chamo turista ou cliente de algo que não seja guest. Isso é porque a Disney começou o movimento, que algumas empresas já seguem, de considerar o cliente um convidado de honra na sua propriedade, e chamá-lo como tal. Como se fosse uma visita na sua casa, você trata ela de forma especial, não só como alguém que pagou por um serviço seu, ou que você tem a obrigação de atender.

Nametags - tudo bem, essa não é tão diferente, mas quis citar aqui por um motivo especial que achei válido. Para nós brasileiros, isso pode parecer normal, mas a cultura americana é uma cultura do sobrenome, onde você conhece quem você não tem intimidade por esse modo. Porém, na Disney, Walt pregou desde cedo a cultura do primeiro nome. Ele não era Mr. Disney para ninguém, esse era seu pai. Para todos, ele gostava de ser conhecido como Walt. E lá, os crachás são todos com os primeiros nomes das pessoas, e as vezes até apelidos, quando a pessoalidade é incentivada, e nada como um desconhecido te chamar pelo seu apelido que seus amigos usam para quebrar o gelo e aproximar a relação CM-guest. Nela também existem informações importantes como de onde o CM é, e que línguas além da nativa do parque ele fala. Uma dica é sempre procurar pela plaquinha de português se você está indo viajar e não se vira bem no inglês.


Imagem do Google

Roles - na tradução ao pé da letra, papéis, é como um CM chama funções. Quando alguém fala que a role dele era attractions, por exemplo, quer dizer que a função dele era trabalhar em alguma atração no parque. Existem várias roles em um parque, custodial, merchandise, quick service, table service, attractions, entre outras.

Face Characters - essa é a denominação dada aos personagens disponíveis para meet and greet nos parques ou hotéis que mostram o rosto. Exemplos são as princesas e príncipes, Estes tem de ter performers parecidos com os respectivos personagens, assim como voz e jeito de falar. Diferente dos fur characters, que são aqueles que usam um roupa completa que tampa todo o corpo do performer, o que possibilita ele nem precisar tr o mesmo gênero do personagem.


Imagem do Google

Magical Moment - é o nome dado a qualquer atitude ou momento criado para um guest que tenha o potencial de se tornar uma lembrança especial para a pessoa. Esse pode ser proporcionado ativamente por um CM, ou seja, o local onde ele trabalha já tem alguns tipos pré pensados para isso, como buttons para dar, adesivos ou brincadeiras para as crianças, ou pode também vir de uma atitude que o guest não espera, como um tratamento especial, um brinde ou uma personalização de serviço que a CM proporciona, como um simples feliz aniversário para alguém que use um button de aniversário, ou ate a inclusão de crianças com deficiência em algum momento de interação em um show. Mas não se engane, CMs também ganhem Magical Moments, mesmo que o Guest nem imagine.

Esses são alguns dos principais termos usados por cast members ou disneymaníacos que você devo já ter escutado ou, se não, ainda vai, com certeza. Não tem como fazer parte desse mundo sem ouvir essas coisas. É um mundo a parte, realmente.


segunda-feira, 9 de maio de 2016

O que levar?

Vai viajar, tem que fazer as malas mas não sabe o que levar? Vou dar umas dicas por aqui para ajudar nessa hora crítica.



A primeira coisa que deve ser levada em conta aqui é a época do ano. Normalmente as viagens a Disney são ou no inverno ou no verão dos Estados Unidos. A Flórida tem um clima bem tropical, verões quentes e úmidos, invernos amenos. Então primeiro defina isso. 

Se for durante o inverno, aconselho levar calça jeans, camisetas, e casacos. Nada nem muito quente, nem muito fresco. Os dias tendem a ser agradáveis de dia, e frios a noite. Então se você planeja passar o dia todo fora, como é comum nessas viagens, sai preparado, com um casaco bom na mochila, para sobreviver a noite. As vezes o tempo pode mudar também durante o dia, esfriando de repente, ou começando a chover. Nesses casos, o ideal é o uso de capa de chuva, não guarda chuva, porque a transição entre caminhadas e brinquedos é mais fácil, além de menos uma coisa para carregar. Ambos são vendidos em qualquer loja da propriedade, mas se você já tiver, ótimo.

No verão, é uma coisa bem Rio de Janeiro. Dias bem quentes e úmidos, por isso shorts, bermudas, e camisetas a vontade. Mas não deixaria de levar pelo menos uma calça, por que frentes frias acontecem, e lá também chove praticamente todo dia nessa época, no fim da tarde. Portanto a dica da capa vale aqui também. As noites são mais frescas, mas nada muito forte. 

Fora isso, algumas coisas são básicas:

- Sapatos confortáveis. Pra mim, o ideal é tênis. Muitos vão para chinelo, mas quando se leva em conta andar o dia todos, nada melhor que um tênis, vai por mim. Então se empolgue muito também, um tênis e uma opção mais casual são suficientes, não há necessidade para levar vários pares. Sapato ocupa muito espaço na mala.

- Protetor solar. Muitos esquecem, e mesmo no inverno, é importante. A maior parte do dia você estará andando ao ar livre, e o sol da Flórida não perdoa.

- Algumas roupas mais "arrumadinhas". No dia a dia de parque, as roupas confortáveis e frescas ganham, claro. Mas vai que um dia você decide conhecer o Disney Springs, dar uma volta no Boardwalk. Daí você vai querer uma opção menos básica, mas vou sair no fim de semana, não é?

- Roupa de banho. Meso que esteja indo no inverno, não se esqueça que se trata de Flórida. Os hotéis também tem piscina geralmente, então leve ele nem que por via das dúvidas. Vai que bate uma vontade? Melhor que ter que arranjar um por lá, ou pior, não fazer algo legal por causa disso

Uma coisa que você deve pensar também na hora de fazer a mala são as compras. Normalmente, uma atração a parte da viagem a Orlando são as compras, seja eletrônicos, roupas, e etc, não leve o que você sabe que vai comprar lá. Se vai comprar um computador, não leve o seu antigo. Se vai comprar roupas, leve poucas. E pense também que você vai ter pouco tempo livre no quarto para fazer coisas como ler, por exemplo. Leve no máximo algo para o avião e olhe lá. 

Outra coisa a se levar, é um planejamento. Já saia daqui sabendo a programação de cada dia, quando serão os momentos de compras, que dia irá em cada parque, as atrações que mais quer ir em cada um. E além disso, pense nas compras. Planeje preços e locais para fazer do seu tempo lá o mais eficiente possível além de voltar o menos frustrado possível, porque mesmo que a gente saia sabendo o que quer comprar, sempre arranja algo a mais por lá.

Se eu não falei de algo que você acha que deve levar, ou tem alguma outra dica legal, não tenha medo de comentar.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Parques Aquáticos - Typhoon Lagoon e Blizzard Beach

Como muitos sabem, além dos 4 parques temáticos, o complexo de Orlando possui também 2 parques aquáticos, com temas únicos e uma cultura a parte. Muitos talvez não o conheçam pois eles tem uma temporada, ou seja, não ficam abertos o ano todo como os outros parques, no inverno eles fecham para reformas, quando mesmo se tratando de um inverno brando por ser na Florida, a frequência ainda assim não é alta, e com dias mais curtos que no verão, a mudança inevitável. Os horários deles, durante o verão, seguem o sol. Abrindo de manhã por volta das 8 ou 9 da manhã, e indo até por volta das 18, 19 horas.

O primeiro que irei entrar aqui é o Typhoon Lagoon. Ele fica perto do complexo do Disney Springs, e possui, como tudo na Disney, um tema e história. A lenda é que um tufão atingiu um paraíso tropical intocado, o que resultou no paraíso bagunçado, ou o desastre natural que envolve o paraíso. Um dos pontos altos da temática é o Miss Tilly, o barco empalhado em cima do Monte Mayday, da onde um geyser de água de 15 metros é ativado varias vezes durante o dia.


Imagens Google

Uma das principais atrações do parque é uma das maiores piscinas de ondas ao ar livre do mundo. A Typhoon Lagoon Surf Pool cria ondas de até 1,80 metros a cada 90 segundos e fica bem no centro do parque. Em volta dela existem varias atrações, como o lazy river Castaway Creek que envolve uma volta de 20 minutos pelo parque, ou Shark Reef, onde você pode mergulhar entre tubarões de verdade e cardumes de peixes tropicais. Uma infinidade de tobogãs também estão espalhadas pelo parque, para os mais aventureiros. Um famoso é o Humunga Kowabunga, onde guests escorregam em altas velocidades.


Imagens Google

O outro parque aquático do complexo é o Blizzard Beach. Imaginou se uma tempestade de neve tivesse atingido a Flórida? O resultado é uma quantidade de montanhas e piscinas, pois as temperaturas subiram tão rápido quanto desceram, deixando esse resort de ski para trás.

Imagens Google

No parque temos 3 principais slopes, ou montanhas, a verde, a vermelha e a roxa. Nelas, são distribuídas as atrações. No verde fica o famoso Summit Plummet, onde você desce mais de 36 metros desde o topo da montanha quase que verticalmente. Já no roxo, temos o Toboggan Racers, onde você pode apostar uma corrida na descida desse monte em um tobogã de 8 pistas. Já no vermelho temos alguns mais tranquilos como a piscina de derretimento Melt-away Bay, ou o lazy river Cross Country Creek. O parque possui muitas outras, para todas as idades, para toda a família.

Imagens Google

Entre os dois parques, se você procura uma alternativa aos parques tradicionais, vai encontrar algo para você.Das atrações mais radicais, a cadeiras ao lado da piscina, se você que aproveitar um pouco do sol e calor da Flórida, experimente um deles. 

Para entrar, existem os ingressos de um único dia para eles, que normalmente são mais baratos do que os de um só dia nos parques comuns, ou a opção water parks fun and more para poder entrar qualquer dia da sua viagem neles. Aconselho a primeira opção, se você só pretende ir uma vez a eles.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Disney's BoardWalk

Aposto que você não sabe do que se trata, ou se já ouviu falar, nunca visitou o BoardWalk. Ele é uma área de entretenimento parecida com o Disney Springs, só que um pouco menor e acoplada ao Resort da Disney BoardWalk Inn. Ele é um dos resorts que fica a uma distância a pé do Epcot, saindo pela International Gateway na World Showcase. Tão perto que é possível assistir aos fogos do IllumiNations Reflections of earth de lá. O BoardWalk oferece uma experiência diferenciada, mais voltada para a faixa etária adulta, com uma variedade de opções pra maioria dos gostos. Entre bares, lojas e restaurantes, sua noite está feita. E você não precisa estar hospedado em um dos hotéis da área para conhecer e aproveitar.

Imagem disneyworld.go.com

A área que falamos hoje é a com as marcas vermelhas, mas a foto mostra como é esse círculo de resorts interligados ao lado do Epcot. E uma coisa legal dessa lugação é que você pode aproveitar e pedalar por todo o entorno com a sua família em uma daquelas bicicletas de quatro rodas super legais. Cuidado só com os pedestres!

Imagem disneylist.com

Para quem gosta de música e diversão, no BoardWalk temos duas das melhores opções musicais do complexo. JellyRolls e Atlantic Dance Halls. O primeiro é um bar clássico americano, mas com a apresentação de um duelo de pianos. A partir das 7 da noite, aproveite músicas dos variados estilos, selecionadas de pedidos do público, e muita diversão e criatividade em uma noite diferente de tudo que você já experimentou. Mas, se o que você quer é dançar a noite toda, o Atlantic Music Hall é a sua escolha. Com uma playlist com clássicos dos anos 80, 90 até hoje, curta uma balada em uma linda casa de show fechada com estilo Art Deco. Lembrando que ambos são somente para maiores de 21 anos e para entrar, você tem que comprovar a idade com seu passaporte original, ou uma cópia dele e outra forma de identificação com foto, como rg ou cnh. E a noite da Flórida termina no máximo as 2 da manhã, então se você é daqueles que quer uma balada ate o amanhecer, estou avisando. Eu acho bom, porque dá tempo de descansar pra curtir o parque no dia seguinte.


Imagens Google

Agora se sua onda é o esporte, que tal relaxar no ESPN Club, onde transmissões ao vivo são feitas para a rádio de esportes ESPN com entrevistas a atletas dos variados ramos do esporte. Aqui não precisa ser maior de 21 para entrar, mas a atmosfera é mais voltada para adolescentes e adultos, crianças talvez não achem tanta graça. E aproveite para comer um prato tipicamente americano no serviço a la carte do restaurante.


Imagens Google

Mas se você procura outro tipo de restaurante, o BoardWalk dispõe de uma gama de opções, desde um italiano na Trattoria al Forno, ou uma especializada em frutos do mar na Flying Fish Cafe, ou algo menos bar e mais comida, sem sair do estilo americano no Big River Grille & Brewing Works. 


Imagens Google

Mas e se você não está a fim de ir a um restaurante propriamente dito, mas a fome ainda bate, não se preocupe. Muitas opções legais no estilo quick service estão espalhadas pelo deck. Um bom exemplo delas é a BoardWalk Bakery. Lá você encontra uma variedade de bolos, tortas e coisas gostosas, doces ou salgadas, e uma gama de opções de bebidas, geladas ou quentes, também. 


Imagens Google

E para quem não pode sair de lá sem pelo menos uma lembrancinha, algumas lojas com diferentes temas estão espalhadas pelo deck. Ao lado do ESPN Club, temos uma loja que vende merchandise do canal. Mas para o outro lado, temos uma só de merchandise Disney que vai de roupas a objetos de decoração. 

O BoardWalk fica entre o Epcot e o Disney's Hollywood Studios, e possui um pier onde o serviço de transporte pelo lago que ele envolve interliga os parques e os hotéis próximos, como o Swan and Dolphin. 

Portanto, se você puder, se programe e conheça o BoardWalk, veja lá um pôr do sol e aproveite da sua atmosfera diferenciada. É um programa ótimo para adultos que querem algo diferente e com menos crianças e volta após um dia todo no sol do parque.















segunda-feira, 18 de abril de 2016

Dicas de como planejar sua viagem para a Disney

Quer ir para a Disney? Legal, somos dois. Se você não tem noção de onde começar a planejar a sua viagem, nunca foi e não tem ideia, vou dar umas dicas. Uma coisa que você pode fazer é procurar uma agencia de turismo ou agente para te orientar e marcar tudo certinho, mas só vai te ajudar e fazer do trabalho mais fácil se você já for até lá com uma ideia do que você procura.



1- Época: A Disney funciona 365 dias ao ano, e 366 quando é bissexto. Então cabe a você saber que época quer escolher para ir. Assim como qualquer destino, existe a alta temporada e a baixa, e se você tem a possibilidade de fugir, por exemplo, dos grandes feriados, como as festas de final de ano, e as férias escolares, você já vai poder, por exemplo, curtir parques mais vazios e hotéis mais baratos. Portanto, se pergunte e decida em qual época do ano você gostaria/pode ir. Leve em conta também o calendário de eventos dos parques, como festivais de primavera e outono, e o calendário americano também, como o spring break. Como qualquer empresa, a Disney procura manter seu calendário de eventos sincronizado com o calendário de alta e baixa temporadas, fazendo eventos próprios para atrair guests quando a frequência seria naturalmente mais baixa, o que pode fazer que a escolha seja impossível. Uma boa ideia é pesquisar em sites especializados ou nos sites dos hotéis da Disney. Se você for em ver os valores dependendo da data, verá toda a flutuação que acontece durante o ano e descobrir quando a procura é menor simplesmente pelo preço ser mais baixo.

2- O que você quer fazer lá: Pode parecer estranho, mas sim. Saber exatamente, ou ter uma ideia, do que você quer fazer é importante. Tanto que influencia diretamente o próximo tópico. Decida se: você quer ver só os parques da Disney, ou se quer ver outros como Universal e Sea World; se você quer dedicar dias somente para compras, ou passeios turísticos que não são parques de diversão, como alguma praia próxima, ou uma ida na Orlando Eye, por exemplo. Sabendo pelo menos essas coisas, já dá para ter uma noção boa para escolher a próxima coisa.

3- Quantidade de dias: Como disse, uma informação importante é quanto tempo você quer ficar em Orlando. Se você pesquisar um pouco, verá que existem, normalmente, dois tipos de pacotes: 14/15 dias ou 7 dias. Na minha opinião, o segundo tipo só serve para quem só quer conhecer os 4 parques da Disney, e talvez um dos seus aquáticos ou fazer umas compras básicas. Não aconselho a fazer mais de um parque por dia, o que já impossibilita muita coisa. Sendo qual seja o parque, Disney ou não, eles são geralmente planejados para que o guest aproveite do início ao fim do dia. Com atrações em cada momento, como fogos e paradas, que tem hora marcada e diminuem a possibilidade de fazer as coisas de uma forma que você pode dividir seu tempo. Afinal, o Wishes só acontece uma vez por noite, assim como a parada das 3 e o show de boas vindas. Entende? Os pacotes de 14 ou 15 dias são os mais adequados, dando tempo de fazer tudo com tranquilidade e aproveitar bem a viagem.

4- Onde ficar: Uma fez decidindo as coisas acima, um ponto importante é saber que tipo de hospedagem você quer. Elas são basicamente 3: hotel da Disney; hotel externo ou casa alugada. A terceira opção é boa se você vai viajar em um grupo grande. Fica mais em conta e confortável, sem ter que lidar com hotéis e suas burocracias, tendo uma cozinha toda para vocês usarem e talvez economizarem nas refeições por fora. Para mim, se você vai em um grupo de até 4 pessoas, o mais legal é combinar as outras duas. Você se hospedar num hotel dentro da Disney te dá vários privilégios legais, só que a maioria deles só é util enquanto estiver visitando os parques do complexo Disney. Dá trabalho mudar de hotel no meio da viagem? Talvez. Mas se você é como eu e procura custo benefício, essa ideia deve ser considerada. Na sua segunda semana de viagem, uma vez que você já fez todo o circuito dos quatro, mude para um hotel fora da Disney, de preferencia um perto da movimentação de orlando, como na Internacional Drive, e que também tenha serviços de shuttle para os outros parques não Disney por exemplo. Fazendo isso você economiza muitas diárias de aluguel de carro, podendo alugá-lo só por alguns dias quando quiserem passear ou fazer compras com conforto. Taxi lá é o que não falta, mas é caro. E se você é daqueles que gosta de usar o transporte público da cidade que visita, em Orlando eu não aconselho. Lá as coisas não são muito feitas para isso, o transporte não é nada eficaz. E a maioria dos shoppings, por exemplo, tem estacionamento complementar, deixando bem mais em conta do que ir para o parque de carro, quando o estacionamento deles chega a 20 dólares ou mais por dia.

5- Ingressos: Cada parque tem seu ingresso. E para comprar, aquilo de saber o que você quer fazer entra aqui. Para começar o cálculo temos: 4 parques Disney; 2 Universal; Sea World; Busch Gardens. Esses são os que geralmente os pacotes incluem e que a maioria quer conhecer. Para os dois últimos, um dia para cada é ok, dá para conhecer tudo, e as vezes ainda existem as vezes pacotes para quem quer os dois, já que eles são da mesma empresa. Já a universal, talvez você consiga fazer um dia cada parque, mas eu aconselho, se puder, 3 dias de universal, porque sou daquelas que gosta de fazer tudo e repetir os favoritos, e não se esqueça de escolher a opção park to park, que permite você de mudar de um parque para o outro durante o dia, pois só com ela você pode dar um passeio no Hogwarts Express, de Londres a Hogsmade a qualquer horário do dia. Ou as vezes dar prioridade para certas coisas em um dia, e outras no outro, como por exemplo brinquedos em um e foto com personagem e shows no outro. Já a titã Disney, o mínimo para mim são 5 dias para os parques clássicos. Se você quer conhecer também os dois aquáticos, talvez 6 dias então. Um para cada um, e um extra para você poder voltar e fazer o que não deu tempo, porque parques como o Magic Kingdom são muito grandes, o que as vezes faz você não conseguir fazê-lo inteiro em um único dia. Pelo menos não vendo todos os shows e paradas e fazendo todos os brinquedos. Os ingressos da Disney também tem a opção de poder mudar de parque durante o dia, mas para eles ela se chama Park Hopper, e se você quiser fazer mais de um parque no dia extra, aconselho a escolhê-la na hora da compra.

6- Compras: A Fórida, e em particular Orlando, é um lugar famoso pelas compras. Abriga alguns outlets assim como vários shopping centers e lojas infinitas, incluindo algumas voltadas para os brasileiros. Se você, como a maioria dos que viajam para lá, pretende fazer algumas comprinhas, se planeje. Veja o que você quer, faça um orçamento, e aí veja aonde quer ir. Se você quer roupas, os Outlets são uma ótima opção. Cheios de promoções de lojas famosas como Tommy Hilfiger, Lacoste e Aeropostale, os que eu recomendo são os dois da linha Premium Outlets: o Vineland e o International Drive. As lojas são parecidas, mas variam um pouco entre eles, se for para escolher um, o maior é o segundo. Já shoppings, existem vários, como o Florida Mall e o Millenia Mall. Eles vão ter lojas que você não encontra muito em outlets, como Apple, Macy's, MAC, entre outras. Fora esses dois modelos, lá também é cheio das mega stores, ótimas para compras, como a Best Buy para eletrônicos, a Ulta para cosméticos, e as de variados Waltmart e Target. Daí entra aquela, e as lojas dos brasileiros? Não é melhor comprar lá? Eu vou ser sincera, se você já sabe exatamente o que quer, onde você encontrará melhores preços e produtos em versões mais novas não é nessas lojas, e sim nas grandes como Best Buy. Portanto fica a seu critério.

7- Comida: Nos posts de cada parque, dei algumas dicas de restaurantes legais dentro deles. Mas nem sempre estamos lá. Como muitos devem saber, existem alguns restaurantes brasileiros na área da International Drive, que é uma das principais avenidas da cidade de Orlando. Dois exemplos são o Vittorio's e o Camila's, principais escolhas dos turistas nacionais. Cozinheiros brasucas, assim como funcionários, faz deles um ambiente excepcional para dar aquela desestressada pós dia longo de parque. Mas se você tem como fazer comida aonde estiver hospedado, abastecer a dispensa no primeiro dia da viagem é uma boa. Compre já coisas para a maioria do tempo da viagem, para não precisar voltar toda hora ao mercado.  E mesmo que você não goste de cozinhar, ter alguns essenciais no quarto é bem legal também. Um suco, uns lanches, para não gastar tudo no minibar do hotel que sai caro. Ter também coisas como lanchinhos para levar para o parque, para comer entre as refeições maiores, também é bem legal e ajuda a economizar se você quer fazer compras. Sanduiches, biscoitos, sucos, podem ser levados na bolsa sem problemas, desde de que nenhuma dessas coisas esteja em um recipiente de vidro. Água é uma coisa também que muita gente não sabe, mas que, nos Estados Unidos, é uma obrigação dos estabelecimentos fornecer água de graça. Se você for em qualquer restaurante, ou quiosque com fonte de bebidas, e pedir um "Cup of water" ou "Tap Water", eles te dão um copo complementar de água. Sim, você não precisa andar o dia todo com aquela garrafinha, ou gastar dólares e dólares em garrafas lacradas de Dasani, por exemplo. 

8- Locomoção: Uma coisa importante numa viagem, além de aproveitar, é como você vai chegar do ponto A ao ponto B, por exemplo do aeroporto ao hotel, hotel ao parque e etc. Primeiramente do aeroporto. Se você vai ficar em hotel da Disney, não se preocupe, existe o Magical Express. Mas se você não vai, existe um sistema muito famoso por lá de shuttle que é o Mears. Eles possuem bancadas no aeroporto, e podem também ser marcados antecipadamente por telefone. O mears você paga fechado pela corrida, diferente do taxi, onde o taximetro fica rodando e não tem como saber exatamente quanto vai dar. Claro que existem também os taxis e Ubers por lá. Quanto a aluguem de carro, você pode alugar um durante toda a sua estadia se você prefere assim. Ou você pode economizar alguma coisa alugando ele somente durante os dias que você vai realmente precisar dele, levando em conta a existência de transporte do e para o hotel para os parques. E se você não quiser ligar para marcar o transporte, na recepção do hotel você pode pedir auxílio quanto a isso.

No próximo post, falarei mais um pouco sobre o que levar na mala. Então, se você acha que está faltando essa parte, fique tranquilo.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Disney Springs - The Landing e West Side

Seguindo caminho, após conhecer todo o Marketplace, a gente começa a andar para o lado mais entretenimento e menos Disney do Disney Springs. Ainda existem lojas para lá, mas a maior parte não é de produtos Disney, mas sendo composta por uma quantidade de marcas externas de várias nacionalidades e seguimentos, inclusive uma da Havaianas.

Bem no finalzinho do Marketplace, temos o restaurante temático T-Rex, seguindo a linha do Rainforest Cafe, que como o nome dá a dica, é temático da era dos dinossauros. A área dele é bem grande, e pode ser visto de longe, parecendo uma montanha bem alta, comparada aos outros prédios em volta.






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Após ele, temos a ponte que leva, oficialmente, à area do The Landing, que ganhou esse nome novo com o batizado do Disney Springs, deixando o nome Pleasure Island de lado junto com o Downtown Disney. O foco do The Landing é comida. Ele possui um número maior do que de restaurantes do que as outras duas áreas. Entre eles temos alguns bares também. O primeiro, que não tem como não ser notado logo de início é o Fulton's Crab House. Um navio enorme, como uma vibe super vintage, que fica permanentemente ancorado À beira do Disney Springs. Lá, frutos do mar são a especialidade da casa, servindo pescados do dia, faz uma de restaurante menos casual do que os falados até agora. Mas se você quer conhecer ele, mas não come nada do mar, ele também oferece seleções de carne.






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Ao lado do Fulton's, temos o italiano Portobello Country Italian Trattoria. Uma cantina charmosa e casual, com varanda virada para o lago, que dão uma ótima atmosfera nas noites frescas da Flórida. Assim como o Fulton's, não é um dos restaurantes mais caros, mas deixa de ser um quick service. Ótimo para um jantar casual em um dia menos badalado da viagem. No mesmo prédio fica a loja das Havaianas, atrás do Portobello, e em frente a ela temos outras duas lojas no mesmo corredor, a loja de chapéis Chapel Hats e a loja de doces Erin Mckenna's Bakery NYC, com várias guloseimas típicas de Bakery's espalhadas pelo Walt Disney World.



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Virando a curva, temos o The BOATHOUSE, que é um restaurante a beira do mar, que serve no estilo churrascaria e frutos do mar, e dá alguns passos acima aos restaurantes citados até agora. Lá você pode alugar um passeio de 20 minutos em um carro-anfíbio estilo anso 50 por míseros 125 dólares para 3 adultos, ou 2 adultos e 2 crianças, tudo acompanhado por um comandante experiente é claro. Do outro lado, temos Jock Lindsey's Hangar Bar, que leva também a inspiração náutica, só que com um quê de aviação após a reforma que ele ganhou, recebendo também toda uma história por trás. Jock Lindsey era um piloto de avião amigo de Indiana Jones, que aparece no Caçadores da Arca Perdida, e que se estabeleceu na Flórida após uma temporada de por lá. Agora, o Hangar Bar é um point para famílias aventureiras de todos os lugares, conhecido por seus drinks e pratos especiais. A atmosfera é toda anos 1940, combinando com as dos filmes de Indiana. Entre o Boathouse e o Hangar Bar, temos um pequeno anfiteatro que abriga shows ao vivo variados de talentos locais de Orlando, vale a pena conferir.

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Saindo do Hangar Bar, quase em frente, temos a entrada para a área do Raglan Road pub and restaurante, e do Morimoto Asia. O primeiro é um Pub Irlandês incrível com pratos típicos, cerveja e drinks típicos e algumas opções de ambientes e música ao vivo, tudo no bom estilo da Irlanda. É um charme e uma ótima opção se você quer vida noturna adulta, mas sem ser balada nem um no estilo latino que é bem comum da Flórida. Raglan Road é uma fuga do óbvio de qualidade. De dia, você até arranja um clássico fish and chips por lá. Já o Morimoto Asia, curta uma fina culinária Pan-asiática com um ambiente moderno e agradável.


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Saindo da rua sem saída desses restaurantes, voltando à principal, temos basicamente 2 coisas, o bar Paradiso 37 e uma linha grande de lojas. O paradio 37 é um bar basicamente latino, com pratos típicos e drinks também, com uma área para shows ao vivo, tudo no bom estilo latino americano. Famoso por suas margaritas e drinks que misturam ícones latinos como corona, tequila e etc. Já as lojas temos uma variedade de ofertas, desde óculos de sol, jóias, acessórios para barba, chocolate, e tecnologia de som. Em breve, no final dessa linha de loja, inaugura ainda em 2016, uma churrascaria fina chamada STK Orlando, que oferecerá uma culinária inovadora em um ambiente energizado, e com a opção de assentos no telhado. 


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Aqui acaba o the Landing, e encontramos a ponte para o West Side, que é a área focada mais no entretenimento. Ao atravessá-la, a primeira coisa que você vê, talvez até antes de terminar a travessia, seja o balão que sobrevoa o Disney Springs. O characters in Flight é uma das principais atrações em termos de "brinquedos" do Disney Springs. Suba a 120 metros de altura e tenha uma das melhores vistas do complexo todo, pois graças a geografia plana do estado da Flórida, a visão é muito ampla mesmo. Se o dia estiver bonito, vale a pena a subida. O valor do ingresso é, atualmente 18 dólares para adultos e 12 para crianças. Logo também, você vê a loja da esquina, a Harley-Davidson Orlando, antiga já no complexo, e bem clássica para quem já visitou o lugar. Se você seguir pela direita da loja, você chega também ao clássico restaurante Planet Hollywood, que junta várias referências da cultura pop, em filmes, música e televisão, em um só lugar, junto com uma culinária clássica americana. Super procurado, se você quiser comer por lá, recomendo reservar logo. 


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Voltando para o caminho a esquerda da loja da Harley-Davidson, passamos por algumas lojas, entre elas a as da Disney D-Street (irmã da Tren-D), a Super Hero Headquarters (que vende tudo que você pode pensar da Marvel), a Candy Cauldron (com várias opções de doces como a Goofy's), e outras não-Disney, como uma Sunglass Icon, a Sosa Family Cigars, e a United World Soccer. Após elas, temos 2 restaurantes e dois pontos de entretenimento importantes: Bongos Cuban Cafe e Wolfgang Puck Grand Cafe, AMC Theaters e Splitsville. O primeiro restaurante é um de culinária típica cubana, como não pode faltar em uma área na Flórida, quando muitos dos moradores locais são originalmente de cuba. O segundo é um mix de culinária californiana e asiática. Já o AMC é o cinema com 24 salas, que funciona todos os dias no complexo, exibindo diversos filmes em vaiados modelos, desde dine-in theaters, a salas 3D, salas ETX que são concorrentes das salas IMAX como telas gigantes e som especial, assim como salas comuns. Já o Splitsville é o boliche de 30 pistas, 2 andares, e 5 bares lá dentro. Uma experiencia que passa do strike, ela oferece o que chama de Luxury Lanes, porque guest da Disney merece mais do que um simples boliche.


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Chegamos agora ao final do West Side, onde temos basicamente 3 coisa: Disney Quest, House of Blues e Cirque du Soleil. O primeiro está no fim de sua existência. Disney Quest surgiu nos anos 90 como essa ideia de um parque totalmente digital, como vários inovadores video games. Isso tudo numa era quando essa indústria explodia cada vez mais. Só que ela nunca fez muito sucesso, e até as idéias de fazer outras sedes em diferentes cidades americanas foi logo abandonada. Com o baixo retorno, o investimento também foi pouco, o que é explícito nas instalações.  agora com a mudança para Disney Springs, tirando um pouco o foco no entretenimento, Disney Quest se vê obsoleto, e será substituído por um restaurante com tema de NBA no futuro próximo. Já a House of Blues também passa por reformas. A casa de shows atraiu muitas pessoas sendo a única atração ainda existente desse tipo no antigo Downtown Disney. Agora ela passa por necessárias reformas para se enquadrar ao estilo Disney Springs. Já o Cirque du Soleil é um caso a parte. Trazendo um público próprio, a atração que exibe um espetáculo exclusivo, criado especialmente para a Disney, continua firme e forte no seu gigante picadeiro permanente na pontinha do complexo. La Nouba não tem perigo, atualmente, de ser muito influenciado pelas reformas que o circundam, quando ele tem força o suficiente para permanecer intacto.


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E esse foi o nosso passeio pelo Disney Springs. Ele ainda passa por muitas obras, e sua metamorfose ainda está longe de completa. Então para qualquer um que viaje para Orlando, visite e descubra as belezas escondidas do complexo que é ainda muito subestimado por qualquer um que vai para a cidade querendo conhecer os parques. Tire uma tarde, ou melhor uma noite, para conhecer ele todo, que eu te garanto uma noite agradável e surpreendente. Deixe o clima e a música te levar e divirta-se!